jul 07 2010

Caso Ana Karina X Caso Eliza e Bruno

Parauapebas, e em especial a família e amigos de Ana Karina Matos Guimarães, assistem pelos noticiários um filme que parece se repetir, o do Bruno, Goleiro do Flamengo, que aumenta ainda mais a dor da perda e do sentimento de estarem sendo esquecidos não só pela grande mídia mas, também´pelas esferas de poder que poderiam contribuir nas buscas pelo corpo de Ana Karina e seu filho.

DETALHES QUE NOS PÕEM A PENSAR

Bruno Fernades – goleiro do Flamengo
Alessandro Camilo – pecuarista

Nos dois casos:

Relacionamento extra conjugal
Ambos tentam desqualificar as vítimas
Os corpos desaparecidos
Apoio de amigos
As esposas como cumplices

Diferenças:

A parceria entre os estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais para elucidar o caso Bruno e Eliza, enquanto no caso de Ana Karina empenho total mesmo só com as forças de Parauapebas.

A repercussão nacional, o que é natural, pois trata-se do goleiro de um dos maiores times de futebol do país. Mas o fato de Ana Karina estar grávida no momento do seu desaparecimento torna-o mais grave, se é que se pode afirmar assim.

Contribua para identificar mais detalhes para as semelhanças ou diferenças nos dois casos, comente.

jul 07 2010

Caso Bruno do Flamengo

A Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro solicitou na noite de terça-feira, 6, a prisão do goleiro do Flamengo, Bruno Fernandes, e de seu amigo Luis Henrique Ferreira Romão, conhecido como Macarrão. O Ministério Público do Estado concordou com o pedido e deve requerer a prisão à Justiça na manhã desta quartafeira, 7, segundo informações da Rede Globo.

O pedido de prisão temporária (cinco dias, mais cinco prorrogáveis) foi feito logo após o depoimento de J., um primo de 17 anos do jogador que confessou ter participado do desaparecimento de Eliza Samudio, ex-amante de Bruno. A promotoria também deve pedir a apreensão do adolescente.

Segundo J., Eliza está morta. Ele fez as revelações, na qual eximiu Bruno de responsabilidade no crime, em depoimento prestado, na terça, à delegacia, após ser localizado na casa do atleta, na Barra da Tijuca.

Ainda de acordo com J., foi Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, amigo e braço-direito de Bruno, quem convenceu Eliza a ir com o filho, de 4 meses, do Hotel Transamérica, na Barra da Tijuca (RJ) para o sítio do goleiro, em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte (MG).

O rapaz não citou o nome do atleta em nenhum momento. Ele disse que viajava escondido e armado na Range Rover de Bruno, quando Eliza o viu e houve uma discussão. Neste momento, o adolescente teria dado uma coronhada em Eliza, que, sangrando, ficou desacordada até chegar a Belo Horizonte.

Mas, no inquérito que corre em Minas, testemunhas relatam terem visto Eliza no sítio na data em que ela, por este novo depoimento, já estaria morta. O menor não explicou como a jovem morreu. Disse aos policiais que o corpo foi entregue por Macarrão a um traficante de Contagem, conhecido como Cleisson, para ser “desovado”.

Depoimento – Depois do depoimento do adolescente na terça, a Polícia Civil de Minas Gerais disse que já reuniu os subsídios que considerava necessários para ouvir o goleiro.

O chefe do Departamento de Investigação (DI), delegado Edson Moreira, informou que iniciou uma negociação com os advogados dele para que preste depoimento nesta sexta-feira, durante o fim de semana ou, no mais tardar, na próxima semana.

O interrogatório deve ser feito em data próxima à divulgação do resultado do exame de DNA no sangue encontrado na caminhonete do goleiro.

Equipes do Corpo de Bombeiros de Minas continuaram, na terça, sem sucesso, as buscas pelo corpo de Eliza que teria sido jogado na Lagoa Suja, em Ribeirão das Neves, região metropolitana de Belo Horizonte (MG).

Fonte: A Tarde on line

jul 07 2010

Caso Ana Karina: Magrão recambiado para Marabá

O réu confesso no caso do desaparecimento de Ana Karina Matos Guimarães, à época grávida de 9 meses completos, Francisco de Assis dias, o Magrão foi conduzido ontem para a penitenciária Agrícola Mariano Antunes, localizada entre os municípios de Marabá e itupiranga. A operação foi executada por equipes das polícias militar e civíl que driblaram a imprensa, por isso a cena não foi registrada.

Magrão foi o único que colaborou nas investigações policiais e o que mais sofreu “pressão” para elucidar o caso.

Até agora o corpo de Ana Karina Matos Guimarães e de seu filho não foram encontrados.