Na última sexta-feira (13), aconteceu em Parauapebas o encerramento da 1ª oficina da Rede Crescer, com a presença de professores, pedagogos, psicólogos, assistentes sociais, enfermeiros, conselheiros tutelares, agentes comunitários de saúde, Pastoral da Criança, ONGs, coordenadores de setores da prefeitura, entre outros.
A oficina foi realizada no período de 10 a 13 de agosto e foi um momento importante pela discussão feita sobre o desenvolvimento infantil. No último dia da oficina, teve reunião de articulação com o secretariado de Saúde, Assistência Social e de Educação, além do Conselho de Direitos da Criança e do Adolescente. Na oportunidade, ficaram firmadas a realização e assinatura de um pacto em prol do desenvolvimento infantil no município.
Representando o governo municipal e a Secretaria de Assistência Social, Altamiro Borba falou da importância que foi a primeira oficina realizada para profissionais que trabalham direto com crianças em nosso município.
Essa oficina é realizada pelo Governo do Estado, por meio de suas secretarias de Educação, Saúde, Assistência Social e mais recentemente a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos, em parceria com a Sociedade Paraense de Pediatria, Universidade Federal do Pará e Hospital Universitário Bettina Ferro de Souza, com apoio técnico e financeiro do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), que implantou no ano de 2007 o Projeto de Ações Integradas para o Desenvolvimento Infantil no Pará – Rede Crescer.
O projeto tem como objetivo criar no Estado do Pará um programa estruturante que se incorpore na rede de serviços dos sistemas municipais, com atenção integral e integrada para o desenvolvimento pleno da criança de 0 a 6 anos de idade, contribuindo para redução da mortalidade infantil, redução da desnutrição e para o pleno desenvolvimento da criança.
No ano de 2010, o projeto priorizou como estratégia trabalhar com maior intensidade junto aos municípios integrantes do pacto pela redução da mortalidade infantil, para acelerar a redução das desigualdades na Amazônia legal.
A proposta é reduzir no mínimo 5% ao ano a mortalidade infantil (crianças menores de um ano de idade), especialmente o componente neonatal (até 27 dias de nascido).
Os municípios integrantes do pacto no Estado do Pará são os que apresentam mais de 80 mil habitantes, estando entre eles o município de Parauapebas. (Deicharles Damascena)